O segredo de Silen Cieux Romanova
Jeowanne um jovem de 20 anos espionava a jovem Silen Cieux Romanova de vinte e dois anos que estudava na mesma escola de tecnologia, e sempre a observava nas salas em que estudavam juntos, sentia que havia algo de diferente nela. Até que descobre pouco a pouco seu segredo.
Perfil físico.
Jeowanne: 1.85 CM ,Olhos castanhos claros, cabelos médios Castanhos, magro de corpo levemente torneado.
Silen Cieux Romanova: 1.79 Cm, Cabelos Curto loiro creme. Olhos negros arredondados. Mãos suaves, vós delicada.
Todo o dia de aulas, na faculdade de tecnologia Jeowanne sentia algo diferente na sala, que vinha de uma colega, Silen Cieux Romanova. Ele sentia algo calmo que vinha dela, mas ao mesmo tempo um silêncio mistério até mesmo quando palavras saiam de sua boca, o que deixava Jeowanne confuso.
O Silencio de Silen era algo que para Jeowanne ao mesmo tempo em que transmitia uma certa paz, deixava uma sensação de que ela escondia algo que ninguém no mundo poderia saber e assim a observava sempre que havia uma pausa entre uma aula e outra, momento em que eles tinham de trocar de uma sala para a outra. Nesse trajeto Jeowanne forçava a não se perder no perfume que ela exalava no ar, realmente algo tentador, ele às vezes se achava um guerreiro por não voar e agarrá-la tomando aquele corpo para si. Parecia até que ela sabia que ele a observava, pois olhava para traz em dia direção, mas nunca deixando esta certeza. Isto para Jeowanne era uma tortura.
Enquanto fazia o caminho até a próxima sala ela fava com algumas poucas amigas que eram tão exuberantes, se não dizer misteriosas quanto ela, mas nunca, nunca falava com homem algum, nem sequer os professores, apenas professoras.
Termina mais um dia de aulas e Silen toma caminho de volta para sua casa, eis ai outro mistério que Jeowanne teimava em tentar desvendar, pois sempre algo estranho acontecia aos ruas tinha um ar sombrio misturado com o iluminar da lua e das estrelas quando o céu não estava encoberto de nuvens. Com os passos grandes ela forçava Jeowanne a acelerar também se quisesse acompanhá-la, passavam agora por uma rua larga onde a iluminação era maior com luzes mais fortes e ela também diminuiu o passo, com isso Jeowanne encosta mais e mesmo assim uma distancia bem relevante e que não poderia ser mais perto afinal ele não queria , vinha chegando em um cruzamento um tanto movimentado, o sinal estava verde e Silen atravessa tranqüila, já Jeowanne é obrigado a acelerar caminhar se quiser pegar o sinal ainda aberto, tenta correr vendo que havia um volume da caminhões a espera. Tudo em vão faltando alguns metros o sinal fecha, Silen já estava do outro lado e vários caminhões ônibus ofuscando a visão de Jeowanne. Isso o deixa com tanta raiva que ele chuta uma possa de água com tanta raiva que quando cai em si já está totalmente desequilibrado em direção ao ar, e cai fazendo espirrar água para todos os lados e encharcar o uniforme da faculdade.
Mais uma vez aconteceu misteriosamente algo faz com que Jeowanne perca Silen de vista em poucos instantes, quando ele havia levantado via apenas a escuridão no horizonte, o cruzamento que parecia estar absurdamente cheio de veículos agora se encontrava deserta, olha para traz e a mesma coisa se desenha em suas costas, apenas vazio. Ele voltava lamentando e pondo certeza que havia um mistério escondido naquela mulher.
Mas poucos passos foram suficientes para fazer com que Jeowanne voltasse atrás, e desse meia volta tomando novamente a direção que estava seguindo antes de perder Silen de vista, não importa a hora que chegaria em casa, o que importava era descobrir quem ela realmente era. As ruas a sua frente ficava cada vez mais escuras, suficiente apenas para ver as casas a sua frente, por mais incrível que pudesse parecer ele não estava com medo de ser roubado ou coisas assim, mas se assustava muito fácil com qualquer barulho suspeito, para ele, poderia ser criaturas sobrenaturais. Quando um cão pastor passou correndo pelas sombras derrubando vários baldes de lixo Jeowanne imaginou que seria um lobisomem perseguindo um gárgula, que na verdade era apenas um morcego . Logo a frente Jeowanne avista duas moças tentando mover um sofá para cima o andaime acima de suas cabeças, e ele percebe que elas estão sem forças, imaginando que aquilo poderia cair sobre elas ele correi quando uma delas solta a corda, Jeowanne se joga para empurrar ambas para longe do alcance do sofá e bate a cabeça logo em seguida numa placa de transito, ficando inconsciente. Quando ele levanta-se atordoado e se vê num lugar estranho com as mulheres que ele tentou salvar o observando ao lado da cama. A cabeça de Jeowanne doía um pouco claro, afinal ele tinha batido com a cabeça na placa de transito, explica a loira de olhos pequenos. “você pulou pra nos salvar, mas já tínhamos nos precavido amarrando uma corda para evitar acidentes como esse, e o senhor até que foi bastante corajoso, poderia ter morrido”. “Se não tivéssemos tratado de sua cabeça logo após a pancada” comenta a ruiva. Jeowanne caindo em se de que mais uma vez perdeu a jovem Silen de vista corre rapidamente para a porta, mas a morena o barra, ele não iria sair de lá sem um café depois de ter levado uma porrada daquelas, sem escolhas ele se senta na mesa de costas para a janela olhando para traz a cada mordida no pão, mas claro que ele estava aproveitando o prazer de tomar café com aquelas três belas jovens. Seis e trinta da manhã, ele se levanta e vai a pequenos passos mais uma vez em direção a porta, e as meninas educadamente e já sentindo falta do rapaz o acompanha.
Aquela manhã para ele estava desanimada, foi apenas na frente da TV assistindo filmes até a hora da faculdade, ele estava decidido a abordar ela.
Na faculdade passa uma, duas, três horas e Silen Cieux não aparece. Ela poderia ser um alien e voltou para seu mundo ele pensava desatento vendo seus pensamentos no quadro como se estivesse no cinema. As horas se passaram tão rápido que quando ele se deu conta, após ter caído no sono. Estava sozinho na escola, ela era diferente do que ele achava que aquela escuridão dava um ar de mistério, era legal para ele, já que o fez esquecer a louca, como ele estava chamando agora.
Mas agora Jeowanne se dava conta, estava trancado no colégio, já eram oito da noite, como fechavam mais cedo nos sábados ele foi esquecido, talvez houvesse alguma porta aberta ou coisa parecida. Á claro!!! Exclama ele, havia uma saída que era de certa forma incomoda e temerosa, na lavanderia havia um elevador que levava até um porão, lá se podia sair por uma janela que tava na parte dos fundos. E foi por este caminho que Jeowanne sai.
Não havia visto a Silen, pensava que ela poderia ter visto ele na noite passada e por isso evitou ir a faculdade, mas era apenas uma suposição.
Seria melhor voltar para casa e esquecer essas bobagens que tinha na cabeça, poderia se tornar algo sério no futuro e atrapalhar sua vida.
A sua estava um tento movimentada com musicas vindo dos bares, ele pensa então em seguir para alguma pizzaria, comer e beber algo, um whisky talvez. Estava a uma hora tentando encontrar um lugar que o agradasse mas nada, já havia entrado em quatro pizzarias mas nenhuma tinha o ambiente que ele queria. Com luzes douradas, paredes claras e uma boa musica, Blues ou Jazz, mas ele consegue encontrar, enfim, ele senta numa mesa frente para a rua, queria ver as luzes da cidade.
Era incrível como Silen as vezes parecia perseguir Jeowanne, mas enquanto ele comia sua Pizza de Queijo a moça passa em frente a pizzaria. Imediatamente Jeowanne se levanta pondo uma nota de cinqüenta reais embaixo de um copo e sai atrás dela. Com passos rápidos Silen estava a uma distancia de dez metros a sua frente, mas Jeowanne tenta acompanhar já eram oito e trinta, desviando de uma certa multidão que havia saído de um clube ao que parecia ele tenta encontrar Silen. A vê entrando no clube que a multidão vinha saindo e vai atrás dela. Parecia estar tendo alguma apresentação, pois podia ouvir uma vez seguida de uma musica baixa. Lá dentro ele vê uma mulher toda vestida de preto com uma maquiagem forte nos olhos e lábios. Os textos eram depressivos, e garota parecia estar chorando. Olhando para uma porta ao lado do palco Jeowanne vê Silen conversar com um rapaz e entrar. Jeowanne olha em volta e encontra uma mesa vazia e acha interessante se sentar e ver o que vai acontecer. Duas garotas se apresentaram, Jeowanne fica de certa forma, atraído pelas apresentações. Até que sem ele esperar ouvi “ temos agora nossa nova Poetiza, Silen Cieux Romanova. Nesse momento ele fixa com ainda mais curiosidade seu olhar no palco. Ela estava estonteante com uma saia preta um pouco abaixo do joelho, e uma blusa vermelho bordo. Seus olhos com um tom acinzentado e a boca levemente azulados completavam sua vestimenta noturna, quando então seus lábios se movem liberando suas primeiras palavras. Estava começando a recitar um poema, talvez fosse por isso que ela não tivesse ido estudar, deveria estar se preparando.
“ As vozes que ouço não são suas, mas talvez de outras pessoas mais importantes. Sei que o que fazer ninguém sabe e se esconde entre quatro paredes e um terno de linho chique, eu pude sentir seu hálito podre nos discursos e palestra, e pude ver seu Eu negro também. Fazemos mais que você faria em um ano, pois somos todos, e você é Você. Não tem graça ser você. Ser eu sempre valeu a pena, mas alimentar seu ego grosseiro, só os tolos o fazem. Seu sorriso não me atrai, sua falsidade ignoramos. Vemos o mundo que não consegue enxergam, e posso garantir, meu mundo é melhor que o seu, e faremos ele Real. Pois somos nós, e não você.” Quando Silen terminou seu recital Jeowanne fiquei emocionado, mas logo se assusta quando vê algo nas costas de Silen, algo que o deixou apavorado ao ponto de quase cair da cadeira. Levanta-se se perguntando se o que vira era verdade e sai, Silen já estava caminhando em sua frente e ele decidiu segui-la, pois a imagem que lhe assustará ainda estava em sua frente, era algo surpreendente, e de repente ele se vê numa rua, abaixo de um viaduto, um forte clarão ofusca seus olhos, e um caminhão baú aparece ao lado e dele Silen desce, ao fundo na porta do caminhão muitos alimentos o suficiente para todos ali. E ainda sobraria bastante, e seguido de outro clarão Jeowanne acorda na pizzaria com a cabeça apoiada sobre a mesa. Foi tudo um sonho, era o que ele pensava, e olhava para frente admirando aquela manhã, no entanto, enquanto seus olhos estavam concentrados nas arvores verdes ela passa, aquilo que o amedrontara tanto e pensava ser um sonho continua em suas costas, uma aura branca, em forma de asas continuava, ela olha para ele e sorri suave. E mais uma vez ele pensa, não foi um sonho.
- Vamos, vai ficar ai, tem mais um recital pode participar se quiser. Ela o convida para mais um recital num Teatro ali perto, e pegando na mão dela, Jeowanne segui.
FIM




























